quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Realidade
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Um hoje frio
E muitos perguntaram por que não deu certo? É que eles planejaram tão bem um amanhã, que se pegaram tendo reações de um hoje. Um hoje frio, distante, descrente, amadurecido e endurecido pelo que não se fez. Eles pensavam em um passado para se basear em um futuro. Que bobinhos?!? Eles só tinham o agora e agora nem isso se tem mais.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Eu quero, te quero
Quero está no teu colo, quero ter seus risos nos meus,
Quero teu cheiro de ar me trazendo paz e desejo,
Quero te namorar contando as estrelas do céu,
Quero me despedir com as pontas dos dedos,
Quero te receber no meu aconchego,
Quero entrelaçar nossas mãos.
Eu quero, eu quero, eu te quero, eu quero e não me resta
mais nada do que te ter por perto e te dá beijos
sinceros, com tons passageiros de que vão ficar.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Eu te entendo ao te olhar
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O cansaço do agito
E a menina chega a festa afoita pela dança, entre copos de whisk’s, cigarros e olhares, se deslumbra com o som, o penteado do cabelo se desfaz e ela faz o vestido rodar. Encontra amigos de conversas rápidas e superficiais, escuta brigas de casais enciumados, e ela mantém o sorriso no rosto e passos rápidos em um ambiente curto. Ela se atropela na multidão, chega a um estado sem vida e sem morte, chega em um estado seu.
Entre o fim da noite e a chegada do dia, ela ainda não se quieta, se junta a outros inquietos e vão vê mais um nascer do sol. Com a sandália segura entre os dedos caminha com os pés na areia ainda sentindo a frieza da noite. Então olha que no longe do mar uma luz nasce, então esforça os olhos para contemplar, o coração aos poucos parece quietinho, o sorriso dado já é lúcido e proposital.
E o mar lá,
com ondas quebrando,
água brilhando,
e sol se erguendo.
E os trajes ainda da noite, perde o sentido no meio da luz, e mais uma vez ela não se reprime, os largam na areia e se arremete ao mar, sem olhar pra trás, pois havia outros perdidos da noite a olhá-la. A água percorre o corpo cansado, carregado e renova-o com um fôlego nunca imaginado, a maquiagem se perde na água, e ela fica com um rosto nú e exposto, o mar se agita dizendo que está na hora de ir...Ela levanta para enfrentar a vergonha da felicidade e percebe que seu passo foi o primeiro dos demais, os “anoitados” estavam todos lá, em um só banho, em uma só lavagem de alma.
O sol queima,
escurece a pele,
o vento trás frio
e arrepios.
È hora de ir, a terra, a água e o ar pedem isso, ela e todos se retiram. E o cansaço de novo está lá, mas é suave a ponto de conduzir a um silêncio de corpo e alma, todos percorrem o mesmo caminho de casa, mas nem um sente o outro ali, pois cada um está em um êxtase de exaltação da alma.
Nossa era
E que tudo seja
belo,
sincero,
suave e encantador.
O choro foi necessário, como agora a dança também é.
Eis posto a renovação, de todos os séculos essa é nossa era.
Participe da divisão do grande cálice, sem medo e sem coragem. Por quê não haverá mais nada a ser enfrentado, por quê o deslumbre da nossa alma será a união em cantos e pelos contos. Eis que os grandes dias esperados, enfim acordaram-se para renovo de quem por tempos o quis. Como foi dito, como já foi visto e sentido, estamos com os pés na nossa era, para o fim, enfim o nosso começo está escrito. Então,dança comigo?
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