Mais uma vez ele tocou, o número era desconhecido, e o pulsar do meu coração nunca foi tão insano.
No alô o frio já estava em todo corpo, a mente nem acreditava, e continuou a valsa do infundado. Não era ele!
E o dia continuou, mas a cada olhar para o telefone, pensamentos se debatiam com meu coração, por que não ligar?
Seria só mais uma tentativa... uma...ligação...!
A mão coçava pra telefonar, dizer que todas as ultimas palavras foram engano e que podíamos sim nos perdoar, deixar pra trás, tudo de ruim.
Seria só mais uma tentativa... uma...ligação...!
A mão coçava pra telefonar, dizer que todas as ultimas palavras foram engano e que podíamos sim nos perdoar, deixar pra trás, tudo de ruim.
Mas minha mente fiel a mim dizia está sendo insuportável a sua ausência, mas e sua presença?
Essa seria infundada. Seria a garantia de falta de amor, amor ao que acreditamos, amor próprio e falta de amor a ele também. Não há o que tentar, não mais! É cruel, mas o tempo passou, passou de forma morna, que nem nos demos conta de que só existia um passado nos ligando e além disso hoje éramos desconhecidos.
É triste, mas devo respeitar, isso é tudo que me resta, fagulhas do que um dia foi amor, ou uma doce obsessão.




