Tentei resistir ao mistério do teu ar, mas seu olhar me anestesiou, sendo quase impossível tentar fugir. Eu distraio então, me perdendo na bobagem da bagagem que trás a mim. Rejeito seus trejeitos e seus defeitos... aaaah, sai daqui, mas não some não.
Devolva-me o caminho que roubou, quem sabe até o sentimento se vá então. Mas saia depressa, por que o tempo tem si arrastado na despedida forçada, que mancada, não tentar só fugir.
Vai ver não era pra ser, mas sou boba e deixo estar, arrecadando meus pedaços, o caco do caos que foi deixado pelos seus passos pesados em meu percurso todo “ajeitado”, você fez o certo virar errado, me fez de derrotada, detonou como dinamite minhas estruturas mais sólidas, mas vai deixando que eu como sempre vou me estruturar, vou te apagar. E vai! Por que não veio para ficar.




