O fim é o começo do novo, ambos andam de mãos entrelaçadas a quem se permite sentir. Quando se chega ao fim, seja qual for a situação, é desesperador, por que se trata do período de adaptação, dói, fere, as vezes nem cura e outras que não deveriam curar se tornam lembranças engraçadas.
Quem não teve fins, jamais saberá o que se sente em um novo recomeço, na força esmagadora que percorre todo o corpo e diz: Continua, mas mude a direção, por que a força adquirida na luta passada vai servir para essa batalha que talvez esteja ganha. E para isso, tudo depende do primeiro passo o passo de seguir, seguir sempre em frente. Dói não ter nada nos braços, no coração e na mente. Mas você quer ter forma melhor de abraçar o que está para chegar? Talvez tenha sido em um desses supostos fins da vida que surgiu o avassalar, aquilo que preenche tudo de forma tão rápida e sem resistência, aquilo que simplesmente adentra, e sabe por que o faz? Por você pela primeira vez você se permitiu está vazio, que nada mais é que uma plaquinha no peito dizendo: Pronto para ser preenchido!




