As pessoas teimam em conhecer deus, mas ele existiu antes de nós, sendo assim só temos a noção do que ele seria dentro dos limites da nossa consciência, essa que é limitada as nossas experiências, que não antecede a epoca de contato direto com Deus.
Isso vemos em exemplos simples.... algumas pessoas acham que vão herdar de ouro no céu. Tudo bem, respeito! Mas quem criou o termo "casa"(que é um abrigo contra coisas que ameacem a especie humana) fomos nós. Então se existe um céu começo a acreditar que nada do que eu possa imaginar tera lá. Pois minha consciência humana é limitada.
Ahhhhhh, uma coisa que não imagino, mas sinto: O amor. Esse terá lá. Mas esse a nossa consciencia não está sendo capaz de reproduzir, e ainda querem casa de ouro no céu?!? Aham tudo bem?!? O ouro seria para serem retribuidos por suas ações?!? Ou ter uma melhor caso do que fulano ou ciclano?!
Poxa, e pode querer ser o melhor no céu?!? A imaginação do céu e conceitos humanos de Deus é tosca. Quer conhecer Deus? Vai amar! Ah e não pode dizer que fulano ou ciclano não merece amor, ok? Quem o criou foi Deus, ele supostamente saberia o que aquele ser ia causar...Mas o permitiu a vida. Ou você vai duvidar agora da competência de Deus? Isso pode?? Ah, mais uma coisa. O amor não é poesia, nem discurso lírico e muito menos utopia...para neguim só falar dele. O amor exala pelos poros, olhos e tudo mais e volta em forma de ações.
Quem esta em estado de êxtase com o amor, não quer justiça, riqueza, nem nada além do amor sentido... afinal isso não nos cabe. Ahhhh dizem por aí que Deus é Amor. É só ligar os pontos... o Amor é Deus. Não é difícil vai?!? Então menos conceitos e preconceitos e vai Amar. Ou você não sabe mais o que é isso??? Se esforça vai...Deus não é tão ruím assim...OPS!!! Quero dizer o Amor... Ah mais daria no mesmo.
segunda-feira, 29 de junho de 2015
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Sonhos ceifados
Vivemos a procura de novos sonhos.
Qual foi o sonho que você abandonou?
Existem novas formas de você o conquistar.
Basta acreditar!
Os arco íris são as sombras das flores,
há diversas formas para se chegar ao seu destino,
basta algumas ou várias tentativas e uma das portas se abrirá.
Vença tudo que se opuser, e lute contra o pior
e mais sábio dos inimigos que é o tempo, torne-o seu aliado.
Use a esperança e a mentalização constante do que se almeja.
Pode-se até pensar em desistir, mas quando o fizer pense mesmo,
pense como será seu percurso sem um sonho, sem seu coração,
sem o sentimento enraizado na alma, talvez a superficialidade possa te atrair
na juventude. Mas, e quando chegar a época mais gasta da vida, e a morte te ceifar?
Tudo o que você poderia sentir no último suspiro seria realização,
sairia então em paz. Não se omita na realização dos seus sonhos,
ele diz quem é você, mas a forma de conquistar, a perseverança
em não desistir diz quem você quis se transforma.
Por isso seja senhor dos seus sonhos, desde a criação até a realização.
Sempre haverá um novo dia e um novo caminho, mas para isso você
tem que sonhar, acreditar e realizar!
Reencontro do horizonte
Quando os horizontes se turbam e a necessidade
de algo maior ressurge, ficamos imersos em nossa
própria incapacidade de dar vazão ao que pensamos;
Tudo que queremos é fugir do que se passa dentro da nossa mente,
que se conturbou com os acontecimentos externos,
então vale tudo para que haja uma pausa, uma fuga inconsciente do que
de fato leva a perturbação, vale embaralhar-se em coisas mínimas desde
que essas não façam parte do real problema;
Criamos a própria armadilha que nos levará a destruição.
Tudo que se pode querer na vida, de nada vale
se não houver um processo maior acontecendo,
se não houver uma melhora na criatura que somos;
Por muitas vezes o mal vem para dar sentido ao que é bom ao
que de verdade merece um valor supremo, um resgate quando perdido,
mesmo que para isso rasguemos a nossa alma, recebendo como recompensa
a elevação do nosso espirito;
sábado, 17 de agosto de 2013
Insight acerca do apego
A palavra
apego tem sua etiologia advinda do latim PICARE, que significa agarrar, ter em
si.
Com isso
podemos da inicio ao nosso discurso do que seria o apego, para entender o porquê
do desapego tornar-se de fundamental importância nas nossas vidas.
É entendido
então que o apego é comparado a algo fixo, permanente. Em contrapartida a vida tem
em sua base a mudança, a evolução, a mobilidade.
Quando existe
o movimento a uma inexistência do fixo e vice-versa, então chegamos a um ponto
onde descobrimos que para que haja vida é necessário mudanças, desde pequenas a
grandes, mas sua condição é fundamental a existência humana.
Focalizemos
então que tudo muda o tempo todo, seja sobre nossas vontades ou sobre
acontecimentos aleatórios. Então a única coisa que temos de constante nela é
essa transmutação contínua.
Acompanhando
esse raciocínio, imagine-se sendo levado por uma força maior, pense talvez em
uma grande ventania, uma força tão incontrolável, que nada e nem ninguém pode
deter (Esse grande vento aqui, será considerado as mudanças da vida).E o que entendemos
até agora é que se há vida, há mudança.
Então
voltando ao exemplo anterior, essa ventania que está tentando te levar à frente
começa encontrar barreiras, pequenas folhas, você certamente sentirá poucas
delas sobre seu corpo. Mas no meio dessa ventania, no meio dessa força
impulsionadora começam a aparecer obstáculos maiores, como árvores, você tem o
poder de desviar delas (apesar da grande ventania, você possui reflexos) porém
por algum motivo você decide agarra-se a elas, a cada uma pela qual você passa, mesmo sabendo que
não poderá segurar por muito tempo, pois a força que o impulsiona continua ali,
você querendo ou não. Então você se agarra, mas a força te impulsiona, e você
começa a perceber que suas mãos estão sangrando, que seu corpo se fere, e todas
as árvores são deixadas para trás, qual seria o motivo então de continuar a
segurar-se?
Daí
entendemos que o apego é isso, a escolha da dor, enquanto você vive, várias
coisas e pessoas vão passar por sua vida, enquanto estiver seguindo o mesmo
caminho que o seu, você pode observar, e assim como a arvore, você pode colher
seus frutos, regar suas folhas, mas caso esteja indo pra um lado oposto, você
não pode fazer nada. Se quiser ser feliz, se quiser o não sofrimento, você tem
que seguir e deixar seguir. Aí entra o desapego. A ausência da necessidade de
agarra-se a algo que é impermanente, como Osho definiria, as coisas são como
bolhas de sabão. Uma hora ou outra elas vão estourar e você não vai poder
reconstruir, não vai poder colher as milhares de micromoléculas, você apenas
pode começar a observar outras bolhas, pois em toda parte existem milhares
delas. Imaginando assim, que tolo tentaria agarrar uma bolha de sabão e tê-la
por toda uma vida?
Até aqui
então tivemos o entendimento, do por que não apegar-se, o que nada tem haver
com egoísmo, ou coisa do tipo, como banalizam por aí o desapego. Estamos todos
em uma caminhada, cada um tem sua própria força impulsionadora para um caminho
e isso é alheio as nossas vontades, devemos então observar o nosso fluxo,
absorver o melhor do que passa por nós em cada fase de nossas vidas e continuar,
sempre continuar. Enquanto houver vida, não há outra escolha, aceitar isso é a
única forma de não perder tempo e evitar dores desnecessárias. Mas vale lembrar
que algumas coisas e pessoas foram feitas e estão sendo impulsionadas no mesmo
caminho que o nosso, então não existe motivo para agarrar, por que o que tem
que ficar, vai ficar e o que tem que ir, vai também.
Roberta S. Miranda.
Roberta S. Miranda.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Exposição
Indecisa, insegura, mudo de ideia com facilidade, mas quase
sempre nunca mudo de opinião. Escolhi um horizonte como foco, assim nunca canso de
caminhar. Me sinto na obrigação de ver o
que tem lá adiante. Tenho vocação para o esquisito, o estranho e o desengonçado, esses sempre atraem minha atenção. Consigo ficar horas olhando para o nada
tentando descobri o tudo. Acho que tenho todas as respostas, mas tenho dúvidas
de tudo. Estabanada, desorientada, tenho uma vida que nem sempre se enquadra, mas
estou vivendo, estou sendo eu mesma de propósito, e sempre fico bem no meio dos meus
devaneios. Acho bobo não ousar, acho triste quem simplesmente deixa está e
nunca vai saber o gosto do que é fazer acontecer. Tenho minhas convicções e
dentre ela está ser feliz, apenas e simplesmente isso.
domingo, 2 de junho de 2013
Última dança
Devastador, mas olhar para frente é tudo que nos resta,
talvez realmente não saibamos o quanto duraria o que foi feito para ser eterno, mas tinha tudo que era terno no tempo que durou.
Foi um passo de valsa que nos levou a perder o compasso,
estávamos no embalo e nos perdemos em minutos nem somados.
Estávamos a um passo da dança perfeita, mas nos foi tirado a música, só precisávamos dela para seguir.
Deveríamos termos sido fortes e imaginaríamos a canção,
mas precisávamos de algo palpável, de sons concretos,
por desvio do destino perdemos toda a canção.
A partir de agora foi decretado que não se dará outro sentido aquela canção, que não será dançada com mais ninguém. Talvez a partir de agora ela se torne triste e sem brilho, mas como algumas sinfonias, era preciso mais que uma dança para continuar.
Precisava ser mais que uma música, precisava de algo a mais,
que nem os compositores e muito menos os dançarinos identificaram,
enfim a bela canção chegou ao fim.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Vazio
A última vez que li um livro de Osho falei do silêncio, mais um livro dele lido e começo a ter uma nova percepção sobre o vazio. Percebe que ao olhar o que nos trás medo de uma forma totalmente nova nos torna fortes, porém, ter a plena noção de que o que evitamos por medo é apenas a parte de um todo que constitui nossa fortaleza nos vivifica. Quando pensamos em vazio, imaginamos a solidão, uma descontinuidade, algo incompleto. Aí está o erro, o vazio não é incompleto, ele não é a ausência de algo, é a própria ausência de tudo e sendo a ausência de tudo ele está completo em si. O vazio é a maior e a mais grandiosa coisa, por que ele não sobrevive da existência, ele existe no inexistente, estando em todos os lugares, e quando misturado ele é completo. Pela lei da física é comprovado que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço, mas dois vácuos ao uni-se se tornam apenas um vácuo. Então, para manter-se seguro seja o próprio vazio, esteja no vazio, viva o vazio. Perceba que o completo é o próprio vazio, por que quando à retirada de tudo, existe também a possibilidade de adquirir-se tudo, sem o risco de ser preso a nada. Se pergunto a você qual a maior coisa que existe você me responderá que é o Universo, se aprofundar minha pergunta e te questionar o que é o universo, alguns desavisados me dirão que são as constelações, os planetas, cometas e tudo mais que existe. Então eu retrucaria: -Se houvessem perda de todas as estrelas, o universo continuaria sendo universo? Até o mais tolo dirá que sim.
Se eu persisti na pergunta dizendo que se formos além e tirar planetas, cometas e tudo que existe, o universo continuaria sendo o universo? Logicamente, por que ele é o todo e tudo “apenas” está nele, e com a ausência ou presença ele continua completo. Então percebo que apenas assimilando o vazio e fundindo-me a ele posso sentir a completude.
Se eu persisti na pergunta dizendo que se formos além e tirar planetas, cometas e tudo que existe, o universo continuaria sendo o universo? Logicamente, por que ele é o todo e tudo “apenas” está nele, e com a ausência ou presença ele continua completo. Então percebo que apenas assimilando o vazio e fundindo-me a ele posso sentir a completude.
P.S: No dicionário o significado de completude é característica, particularidade ou condição daquilo que é ou se apresenta de modo completo; perfeito.
(Etm. comple(to) + tude)
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